Revista Moto Adventurehttp://www.motoadventure.com.br/motoadventure/Revista Moto Adventure<![CDATA[Abrindo o leque]]>Conheça as novas máquinas que passam a integrar a linha de produtos da Honda do Brasil

Fotos: Donizetti Castilho

No fim de abril, a Honda convidou a mídia especializada para apresentar, em sua sede em Indaiatuba (SP), dois novos produtos que farão parte de sua linha. As duas motos são portas de entrada para duas categorias distintas – esportiva e off-road.

A primeira é a CBR 250R, monocilindrica carenada para uso urbano e estradeiro. A segunda, CRF 150F, é voltada exclusivamente ao off-road. Saiba mais sobre o comportamento e o desempenho desses modelos.

 

CBR 250R

Com design inspirado em suas irmãs maiores (de 600cc e 1000cc) da família CBR, a nova pequena esportiva da Honda chega para mostrar ao usuário como é o comportamento de uma moto esportiva em menor escala. Obviamente, não se trata de um desempenho similar, mas do conjunto de características que faz uma moto ser apresentada como tal.

A CBR é um produto mundial da marca nipônica, sendo fabricada na Tailândia para abastecer diversos mercados – inclusive o brasileiro. Mas, dependendo de como se comportar nas vendas, poderá ser fabricada também em nosso país. A concorrência da nova "250" é duríssima: Kawasaki e Kasinski têm pacotes que podem ser consideradores superiores em muitos aspectos. Mas a Honda acredita que a estética deste modelo, somada à força de sua rede de assistência e à confiabilidade de seus produtos, pode diminuir as diferenças técnicas.

O motor monocilindrico refrigerado a água é capaz de gerar 26 cv e torque de 2,34 kgf.m, marcas condizentes com a proposta de uso. A aceleração é uniforme e progressiva, ideal para quem está começando a pilotar ou que deseja uma moto para uso tipicamente urbano, com eventuais passeios em estrada. A entrega de potência e o torque linear jamais assustarão o usuário, tornando-a bastante divertida para uso cotidiano.

Apesar do design inspirar esportividade e desempenho, a própria postura imposta ao piloto, pelo posicionamento dos semiguidões, denuncia uma vocação maior para a pilotagem "Street", mais comportada. As trocas de marcha são suaves e precisas e a alavanca de câmbio tem curso relativamente curto. O escalonamento do câmbio da CBR250R é bastante proporcional, exigindo poucas mudanças em um contexto tipicamente urbano.

A ciclística do novo modelo é perfeitamente neutra. Não apresenta qualquer tendência exagerada quando em curva, mas pode ostentar alguma aspereza quando a moto é levada ao limite total de inclinação em pavimento mais rústicos. Durante a avaliação, foi possível experimentá-la em ambientes diferentes. O modelo sempre se comportou de maneira bastante previsível. A boa postura corporal, obtida pelo posicionamento de todos os comandos em relação ao piloto, permite grande versatilidade, sem prejuízo significativo no equilíbrio do conjunto.

O restante desta matéria você confere na edição 138 da Revista Moto Adventure

FICHA TÉCNICA HONDA CBR 250 R 2012

 

 

 

Motor

Monocilindrico de 4 válvulas, DOHC, e refrigeração líquida

Cilindrada

249,6 cc

Alimentação

Injeção eletrônica PGM-FI

Potência máxima

26,4 cv a 8.500 rpm

Torque máximo

2,34 kgf.m a 7.000 rpm

Taxa de compressão

10,7:1

Sistema de partida

Elétrica

Câmbio

6 velocidades

Transmissão secundária

Corrente

 

 

Chassi

Tipo Diamond

Comp. x larg. x alt

2.030 x 709,5 x 1.127 mm

Distância entre eixos

1.369 mm

Distância do solo

145 mm

Altura do assento

784 mm

Peso

150 Kg Standard e 154 Kg C-ABS

Tanque de combustível

13 lts (3,5 lts reserva)

Óleo do motor

1,8  lts

 

 

Suspensão dianteira

Garfo telescópico, com 130 mm de curso

Suspensão traseira

Monoamortecida Pro-Link de 104 mm de curso e cinco regulagens de compressão da mola

Freio dianteiro

Disco único de 296 mm, pinça com pistão duplo p/ versão Standard e pistão triplo p/ versão C-ABS

Freio traseiro

Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples

Pneu dianteiro

110/70 – ZR17 M/C (54S)

Pneu traseiro

140/70 – ZR17 M/C (66S)

 

 

Cores

Preta (Somente Standard) e Azul (STD e C-ABS)

Preço

STD – R$15.490,00 e C-ABS – R$17.990,00 Base S.Paulo, não inclui despesas com óleo, frete, seguro.

 

 

 

 

FICHA TÉCNICA HONDA CRF 150 F 2012

 

 

 

Motor

Monocilindrico, OHC, 4 tempos e refrigerado à ar

Cilindrada

149,2 cc

Alimentação

Carburador com venturi de 22,26 mm

Potência máxima

14 cv a 8.500 rpm

Torque máximo

1,33 kgf.m a 6.500 rpm

Taxa de compressão

9,5:1

Sistema de partida

Elétrica

Câmbio

5 velocidades

Transmissão secundária

Corrente

 

 

Chassi

Semi-berço duplo

Comp. x larg. x alt

1945 x 786 x 1117 mm

Distância entre eixos

1.328 mm

Distância do solo

257 mm

Altura do assento

832 mm

Peso Seco

101 Kg

Tanque de combustível

7,2 lts

Óleo do motor

1,2 lts

 

 

Suspensão dianteira

Garfo telescópico / 230 mm de curso

Suspensão traseira

Monoamortecedor Pro-Link / 227 mm de curso

Freio dianteiro

Disco simples, 240 mm

Freio traseiro

Tambor, 110 mm

Pneu dianteiro

70/100-19 NHS 42M

Pneu traseiro

90/100-16 NHS 51M

 

 

Cores

Vermelha

Preço

R$ 8.690,00 Preço público sugerido

 

 

 

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Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Um grande passeio]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[De braços abertos]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[A união faz a festa!]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Rota alternativa]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Até o fim do mundo]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Distinção no horizonte]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Pé na estrada!]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Positivamente "chocante"]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[No asfalto ou na terra]]>Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Alta tecnologia]]>No Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), colocamos à prova a nova BMW S 1000 RR

Avaliação técnica: Nenad Djordjevic/Fotos: Radamés Lisboa

Logo após a apresentação do modelo 2012 da BMW RR na fazenda Capuava, no interior de São Paulo, fiquei morrendo de vontade de ver como a nova máquina se comportaria em uma pista de corridas com mais recursos. O ambiente em que foi apresentada é demasiado curto para uma moto com seus predicados, não havendo condições necessárias para se explorar tudo o que ela realmente tem a oferecer.

RECONHECIMENTO

Em uma bela manhã paulistana, preparo-me para ingressar na pista de Interlagos com a nova edição da BMW S 1000 RR. Ajeito os comandos do freio dianteiro e da embreagem para uma posição mais confortável para minhas mãos e confiro a calibragem dos pneus. O “setup” das suspensões é original, com todas as regulagens em posicionamento médio, do jeito que sai de fábrica. A ideia é pilotar a moto nessas condições, pois é assim que todos os usuários devem começar a explorar os recursos disponíveis.

O mapeamento de injeção é regulado para a posição Rain, por ser a mais limitadora, perfeita para as voltas iniciais, onde todo o conjunto deve ser propriamente aquecido. Ao sair dos boxes já é possível sentir a linearidade de despejo da potência até o final da reta oposta. As primeiras curvas são propositalmente tímidas, tentando encontrar o melhor posicionamento para encaixar meus 1,80m de altura. Para um piloto com biotipo semelhante, a redução de dez milímetros entre eixos do novo modelo em relação ao antecessor não foi tão bem-vinda quanto a melhoria na dirigibilidade. O espaço, ligeiramente menor, comprimiu um pouco mais meus membros e exigiu maior movimentação corporal para me encaixar na moto de forma compacta e rasgar a reta completamente carenado. Precisei afastar bem o quadril para trás, para que os cotovelos ficassem juntos dos joelhos, o que deixou meus pés ligeiramente desconfortáveis em relação ao posicionamento dos comandos de freio traseiro e alavanca de câmbio.

COMEÇANDO A BRINCAR

No início da segunda volta, estico um pouco os pontos de início de frenagem para aquecer melhor os freios e pneus. A confiança no que o equipamento é capaz de produzir é realmente grande. Já me sinto tentado a mudar o mapeamento, mas opto por percorrer o miolo da pista ainda limitado à menor curva de potência disponível. Durante a volta, uso a embreagem para todas as mudanças, apesar do Quick Shift que equipa originalmente o modelo.

Não me aguentando mais de vontade, mudo logo o mapeamento para Sport, o segundo na lista, e já é possível sentir a diferença na pegada. O controle dinâmico de tração tem uma interferência muito sutil.

Veja a matéria completa na edição 138 da revista Moto Adventure

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Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[A descoberta do Piauí]]>Estado oferece turismo de primeira, especialmente para quem busca aventura e emoção

Texto: Gian Calabrese/Fotos: Trinity Ronzella

No estado do Piauí, vestígios da presença do homem americano remontam até 50 mil anos atrás. Fósseis humanos e animais, além de pinturas rupestres e artefatos antiqüíssimos, foram encontrados em diversos lugares da região, como o Parque Nacional das Sete Cidades. E muitas descobertas históricas estão presentes no Parque da Serra do Capivari e na Serra das Confusões.

Entretanto, nossa visita ao estado não foi “antropológica”: queríamos, isto sim, fazer um roteiro destinado aos moto-turistas que buscam novas rotas e caminhos. O Piauí é um daqueles lugares que poucos aventureiros de outras regiões já desbravaram de moto, por falta de conhecimento sobre as condições das estradas.

A convite do Sebrae (PI) – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, fomos de Teresina (Capital) à Praia Barra Grande, no extremo norte do estado, em quatro dias, conhecendo tudo o que a região pode oferecer.

 

ESTRADAS E ROTEIROS 

Partindo da capital, Teresina, adentramos por estradas rumo ao norte. No primeiro dia, foram 300 km rodados. Logo nos surpreendemos com as estradas do tipo “tapetão” – porém, 100% em mão-dupla, o que requer atenção especial nas ultrapassagens. E cuidado: em grande parte da BR-343, percebemos a presença constante de animais à beira da pista, um perigo para quem não estiver atento e não respeitar os limites de velocidade.

Anda assim, percorremos com tranquilidade as estradas até o nosso objetivo final.Nossa primeira parada foi no município de Campo Maior (a 100 km de Teresina), onde fica o monumento “Heróis de Jenipapo”. O local foi palco de uma batalha homérica, datada de 13 de março de 1823, e que, segundo historiadores, foi decisiva para o Brasil e a consolidação do território nacional. O que ocorreu foi uma sangrenta peleja entre o povo piauiense e as tropas portuguesas. Os regionais perderam, mas cumpriram seus objetivos desviando a rota dos estrangeiros.

O próximo destino seria o Parque Nacional de Sete Cidades, mas, antes, passamos pela cidade de Piripiri, a quarta maior do estado. A moto, ali, é o veículo do momento. Percebemos a falta de conscientização em relação ao uso de capacete (mais de 50% dos condutores não usam este equipamento de segurança). No dia seguinte, partimos cedo e fomos a um “museu da roça”, aonde vimos diversas relíquias da região. À tarde, finalmente, fomos conhecer o Parque Nacional. Já estávamos a 190 km de Teresina.

 Confira a matéria completa na edição 138 da revista Moto Adventure


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Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Abrindo o leque]]>Conheça as novas máquinas que passam a integrar a linha de produtos da Honda do Brasil

Avaliação técnica: Nenad Djordjevic/Fotos: Donizetti Castilho

No fim de abril, a Honda convidou a mídia especializada para apresentar, em sua sede em Indaiatuba (SP), dois novos produtos que farão parte de sua linha. As duas motos são portas de entrada para duas categorias distintas – esportiva e off-road.

A primeira é a CBR 250R, monocilindrica carenada para uso urbano e estradeiro. A segunda, CRF 150F, é voltada exclusivamente ao off-road. Saiba mais sobre o comportamento e o desempenho desses modelos.

CBR 250R

Com design inspirado em suas irmãs maiores (de 600cc e 1000cc) da família CBR, a nova pequena esportiva da Honda chega para mostrar ao usuário como é o comportamento de uma moto esportiva em menor escala. Obviamente, não se trata de um desempenho similar, mas do conjunto de características que faz uma moto ser apresentada como tal.

A CBR é um produto mundial da marca nipônica, sendo fabricada na Tailândia para abastecer diversos mercados – inclusive o brasileiro. Mas, dependendo de como se comportar nas vendas, poderá ser fabricada também em nosso país. A concorrência da nova "250" é duríssima: Kawasaki e Kasinski têm pacotes que podem ser consideradores superiores em muitos aspectos. Mas a Honda acredita que a estética deste modelo, somada à força de sua rede de assistência e à confiabilidade de seus produtos, pode diminuir as diferenças técnicas.

O motor monocilindrico refrigerado a água é capaz de gerar 26 cv e torque de 2,34 kgf.m, marcas condizentes com a proposta de uso. A aceleração é uniforme e progressiva, ideal para quem está começando a pilotar ou que deseja uma moto para uso tipicamente urbano, com eventuais passeios em estrada. A entrega de potência e o torque linear jamais assustarão o usuário, tornando-a bastante divertida para uso cotidiano.

Apesar do design inspirar esportividade e desempenho, a própria postura imposta ao piloto, pelo posicionamento dos semiguidões, denuncia uma vocação maior para a pilotagem "Street", mais comportada. As trocas de marcha são suaves e precisas e a alavanca de câmbio tem curso relativamente curto. O escalonamento do câmbio da CBR250R é bastante proporcional, exigindo poucas mudanças em um contexto tipicamente urbano.

A ciclística do novo modelo é perfeitamente neutra. Não apresenta qualquer tendência exagerada quando em curva, mas pode ostentar alguma aspereza quando a moto é levada ao limite total de inclinação em pavimento mais rústicos. Durante a avaliação, foi possível experimentá-la em ambientes diferentes. O modelo sempre se comportou de maneira bastante previsível. A boa postura corporal, obtida pelo posicionamento de todos os comandos em relação ao piloto, permite grande versatilidade, sem prejuízo significativo no equilíbrio do conjunto.

O sistema de amortecimento confere ao modelo bastante estabilidade, mas, genericamente, privilegia mais o conforto. Fica evidente por seu comportamento que houve certa preocupação por parte dos engenheiros em montar um produto que não cansasse tanto o piloto quanto uma esportiva puro-sangue. As curvas em alta velocidade ficam ligeiramente prejudicadas em função da maciez do conjunto de amortecimento. Uma troca totalmente racional para a proposta de uso.

O destaque da nova CBR250R é o sistema de freios C-ABS, oferecido como opção para o modelo. O sistema combina a ação de frenagem das duas rodas em um comando, distribuindo a força sem que qualquer das rodas possa acidentalmente travar. Mesmo sem o sistema antitravamento, a CBR 250R tem boa modulação em ambos os freios. Mas seu desempenho não é tão preciso. Já o sistema C-ABS compensa a pequena falta, permitindo verdadeiros abusos, tanto no manete quanto no pedal de freio. 

Veja a matéria completa na edição 138 da revista Moto Adventure

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Tue May 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Metzeler lança blog]]>Fri May 11 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Uma dose de adrenalina]]>Rafting, arborismo e caminhadas: Juquitiba, a 70 km da capital paulista, espera pelos aventureiros

Texto: Egon Jenckel / Fotos: Trinity Ronzella

Juquitiba, cidade do interior paulista, tem suas origens associadas a um aldeamento indígena no século XVI. Nos séculos XVII e XIX, a região ficou de fora dos “Ciclos dos Muares” (ciclos econômicos internos que caracterizavam a economia política da época), por motivos climáticos.

O mesmo aconteceu no período econômico do Açúcar, já que a região é fria e úmida, e do Café, por conta das constantes geadas em épocas mais frias. Mesmo assim, a região desenvolveu-se: em 1887, Manuel Jesuíno Godinho fez uma doação de dois hectares em torno de uma capela, para que a área fosse liberada gratuitamente a quem ali quisesse construir uma casa. Como incentivo, ele doava madeira para a construção da propriedade.

Com isso, o local passou a se chamar “Capela Nova da Bela Vista do Juquiá”, assim permanecendo até 1907, quando foi denominado “Distrito de Paz de Juquitiba”. Seus moradores passaram a viver da cultura de subsistência e criação de suínos. O excedente da produção era transportado por mercadores em tropas de Muares, que demoravam vários dias até serem vendidos em Itapecerica e Santo Amaro.

Em 1948, uma estrada ligando Itapecerica a Juquitiba foi concluída pelo então prefeito de Itapecerica. Após a construção da Rodovia Régis Bittencourt, em 1957, o distrito passou a se considerar emancipado (o que se formalizou em 1964).

O CAMINHO...

A distância até lá, partindo-se de São Paulo, capital, é de 70 km pela Régis Bittencourt (pedágio para moto: R$ 0,85, por trecho). Juquitiba abriga diversas operadoras especializadas em esportes de aventura, como a Canoar.

Hoje, Juquitiba tem um dos mais belos e protegidos trechos de Mata Atlântica do país, com rios e cachoeiras e exuberantes flora e fauna. Um dos principais atrativos são as corredeiras do Rio Juquiá, onde acontecem descidas de rafting. São várias “opções” de emoção: descida do rio durante o dia, descida noturna, caiaque inflável e atividades como arborismo, mountain-bike, caminhadas e pesca esportiva. O carro-chefe é o rafting, que consiste na formação de uma equipe (em geral, seis pessoas, mais um instrutor) que embarca em um bote de borracha e encara as corredeiras. Antes das atividades, são dadas explicações, dicas etc. Vale ressaltar que todas as atividade são monitoradas por guias. Além disso, diversas brincadeiras acontecem ao longo do percurso. É um “banho” de adrenalina e emoção!

 

EXPLORE A REGIÃO

Depois da aventura, volte para a moto e vá explorar as estradas de terra locais (não recomendo estes trechos para motos Custom ou esportivas, devido à grande quantidade de pedras e pela estrada irregular). Uma das alternativas de passeios é encarar uma pequena trilha que o levará até a Cachoeira do Pilão. Basta pegar informações com os moradores e seguir as estradas de terra morro acima, de onde se tem um visual incrível da região.

 

LEMBRANÇA

Depois dos passeios, faça um “tour” pela cidade e leve um “agrado” para alguém especial. Visite a pequena “vila de artesanato”. O acesso é fácil e, com certeza, você encontrará prendas interessantes. O mel produzido na região é de excelente qualidade (leve alguns potes para casa!).

ATENÇÃO

Por incrível que pareça, os caminhos que levam a Juquitiba têm muitos retornos feitos cruzando-se a pista principal da Régis Bitencourt, famosa pelo tráfego de caminhões. São cruzamentos no mesmo nível da pista – assim, cuidado!

COMO CHEGAR?

A partir de São Paulo, capital: siga pela Avenida Professor Francisco Morato, em São Paulo, até Taboão da Serra (a Régis Bittencourt também pode ser acessada através do Rodoanel Mario Covas). Siga pela Régis Bittencourt no sentido “Paraná”. Passe pelos municípios de Embu das Artes, Itapecerica da Serra e São Lourenço da Serra, até chegar a Juquitiba. O portal da cidade está no Km 326 da rodovia. Assim que chegar à cidade, vá à Casa do Turismo se informar sobre a região. A partir da capital paulista, são aproximados 70 km de distância.

ONDE FICAR?

Marina e Pousada Juquitiba (11) 4684-1393

Possui chalés, área de camping, restaurante. Oferece aluguel de barcos, lanchas e caiaques.

Pousada Morada da Lua (11) 4683-1935

Possui chalés, piscinas, sauna, trilhas, salão de jogos e churrasqueira.

 

ESPORTES DE AVENTURA

Canoar (11) 2856-5777 / 38712282.

Reservas no final de semana (11) 4682-1382 / 9934-2903.

Empresa especializada em rafting, canoagem e duck, sendo a pioneira do rafting brasileiro, com 20 anos de atuação no mercado. Em Juquitiba, a empresa oferece atividades como rafting, duck, canoagem, arborismo, trekking. Possui guias especializados e fornece todos os equipamentos para as atividades. www.canoar.com.br

 

 

 

 

 

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Fri May 11 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[É SÓ ALEGRIA!]]>Os encantos de Punta Del Este, famoso balneário uruguaio que seduz os turistas com praias, diversão e lindas paisagens

Texto e fotos: Eliana Malízia

Dessa vez, minha aventura de moto foi mais longa: aproveitando as férias, viajei a um local que figura na “lista de desejos” de muitos moto-turistas: a belíssima Punta Del Este, no Uruguai. Parti da capital paulista às 05h00, rumo ao Rio Grande do Sul, onde me juntei a um grupo de amigos motociclistas, o “EDA”. Eram dez motos (incluindo modelos BMW, Honda, Suzuki e KTM) e eu era a única mulher do grupo, encarapitada em minha BMW F800R.

PARADAS

No primeiro dia, segui rumo a Palhoça (SC). Foram 750 km, com paradas apenas para comer e abastecer. O trajeto foi desafiador, já que praticamente todos os quilômetros rodados foram sob forte chuva, através da Rodovia BR116. Cheguei a Palhoças no fim da tarde, jantei e fui dormir.

No dia seguinte (sem chuva), era a hora de acelerar até a cidade de Torres (RS), onde finalmente me juntei à turma do “EDA”. Seguimos até Cassino (RS), a maior praia do mundo em extensão: são, aproximadamente, 240 km, que se estendem desde a Barra do Rio Grande até o Chuí.

No terceiro dia de estrada, a caminho do Chuí, conhecemos a Reserva do Taim, que é de encher os olhos. Trata-se de um dos principais ecossistemas brasileiros, com uma variedade ambiental constituída de lagoas, banhados e pântanos. Lá, avistam-se todo tipo de animais: tartarugas, capivaras, jacarés de papo amarelo e gaviões. Nesse trecho da estrada, todo cuidado é pouco, pois os bichos atravessam a pista descerimoniosamente!

FRONTEIRA

No Chuí (RS), uma simples avenida separa o Brasil do Uruguai. Vale a pena fazer uma paradinha para compras, pois a cidade conta com uma zona comercial bem desenvolvida – os tradicionais “free shops” da fronteira. 

Depois da parada, cruzar a fronteira foi muito simples. Com os documentos necessários à mão (passaporte e Seguro Carta Verde), lá estávamos nós, no Uruguai. Para mim, foi uma alegria, já que, pela primeira vez, eu cruzava uma fronteira internacional de moto. Depois, rodamos apenas 500 km (de Cassino até Punta Del Este). Outra comemoração foi o fim dos pedágios, já que, no Uruguai, estamos livres dessas paradas.

ATRAÇÕES

Em solo uruguaio, a caminho de Punta Del Leste, do nada a pista se alarga – ou seja, essa parte da estrada também serve como pista de pouso de emergência para aviões. Vale fazer uma paradinha para fotos. Já na próxima parada, na Fortaleza Santa Tereza, você estará dentro do Parque Nacional de Santa Tereza (da estrada principal, vemos placas que indicam o lugar).

Optamos por chegar a Punta pela orla da cidade. Vale a pena: o visual das praias é incrível! Mas tome cuidado para não fazer ultrapassagens incorretas ou estacionar a moto em locais impróprios, pois a polícia local não dá trégua aos abusados! Já em Punta, seguimos rumo ao hotel onde nos hospedaríamos. E onde amigos, esposas e filhos dos amigos motociclistas nos esperavam.

PENÍNSULA

A maior parte de Punta Del Este fica sobre uma península que divide o Rio da Prata e o Oceano Atlântico. Ao oeste, encontram-se o Porto e as praias Mansa, Pastora, Marconi, Cantegril, Delícias e Pinares. Ao oeste, as praias dos Ingleses, El Emir, Brava, Chiverta, San Rafael e Draga.

Esses litorais podem ser desertos, lotados, de mar calmo ou agitado... Praia para descansar ou para azaração? Você escolhe! Como reservei uma semana para aproveitar e conhecer Punta, tive tempo de sobra para a diversão e o descanso. Vale ressaltar que é muito fácil explorar as ruas e praias locais. Há hotéis para todos os bolsos, ótimos lugares para compras, paisagens de tirar o fôlego, cultura, arte, história, motos e carros antigos. Além de muita gente bonita, claro!

 

IMPERDÍVEL

Ao rodar pela região, visitei lugares imperdíveis. Um deles é a Casapueblo, o local mais famoso e visitado de Punta, localizado em Punta Ballena e que começou a ser construído em 1958 (a partir de um cômodo feito de latas). Mais tarde, foi revestido com ripas de madeiras que vinham de navios naufragados. A casa Pueblo é o ateliê de Carlos Paez Vilaró e abriga suas obras, loja, museu, restaurante e hotel.

O ambiente é muito agradável e a vista do mar é privilegiada. Ali presenciei um dos mais lindos espetáculos de minha vida: enquanto escutávamos os poemas do artista, assistíamos ao pôr-do-sol. E o poema é feito especialmente para a ocasião – no exato momento em que termina, o sol se põe por completo! Para quem ama o sol e a natureza, é um momento inesquecível e muito romântico (além de devidamente acompanhado do melhor drink local, o espumante gelado “Clericot”).

Outro lugar bacana é o Porto de Punta Del Este, onde é possível escolher entre vários restaurantes para almoçar enquanto se aprecia a visão dos iates e dos pescadores (além de interagirmos com lobos marinhos, que se agrupam e esperam por restos de pescado). Você também pode pagar por um passeio de barco até a Ilha dos Lobos, a 11 km da costa e habitada pela maior colônia de lobos marinhos da América do Sul.

Há, também, o Cassino Conrad, com mais de 450 “slots” e 60 mesas de jogos. Vale à pena passar uma noite nesse luxuoso lugar, se divertir e até curtir a sofisticação de seus restaurantes. La mano, o cartão-postal de Punta, é obra do escultor chileno Mario Irarrazabal. São aqueles famosos “dedos saindo da areia da praia”, cujo significado é: “a presença do homem surgindo na natureza”.

Já a “Puente Leonel Vieira”, conhecida com a “Ponte Ondulada”, é uma obra do designer Leonel Viera, de 1966. É muito divertido passar por ela. Em meu caso, acelerei mais forte ao cruzar a ponte e tive aquela gostosa sensação de “frio na barriga”. Ainda para quem gosta de arte, a dica é o Museo Ralli, situado no bairro Beverly Hills (rodeado por mansões). Nele encontramos importantes coleções de arte figurativa contemporânea latino-americana, além de salas dedicadas aos grandes artistas Miró, Dalí e Chagall. A entrada é livre.

Quer mais? Siga para uma exposição de animais exóticos. Em Punta, pude ver diversos tipos de aranhas, escorpiões e serpentes. Claro que não deixei de pendurar no pescoço uma cobra de 15 kg!

VOLTA

Não se esqueça que Punta Del Este é movimentada na alta temporada (de dezembro a fevereiro). Fora dessa época, tudo é mais vazio (e muitos restaurantes e bares não abrem). Creio que, independentemente da época, esta é uma viagem que figura disparada em qualquer lista das melhores. Foram 1.950 km de pura alegria!

ONDE FICAR?

Hotel Amsterdam (598) 4244 4170 

Situado na praia dos Ingleses, próximo ao mar. Oferece restaurantes e bares.

www.hotelamsterdampunta.com

 

ONDE COMER?

Torreón Giratório

No último andar do Edifício Torreón, há um restaurante giratório (com uma vista de 360° de Punta). O lugar é refinado, com ótima gastronomia. Em uma hora, avistam-se todos os ângulos da cidade. Fica na Parada 1, Playa Mansa.

Restaurante Napoleon

Fica de frente para um píer e serve deliciosos pratos. Rambla General Artigas, 10. www.napoleon.com.uy

Restaurante Guappa

O meu preferido! Os pratos são espetaculares. Rambla Del Puerto, Calle 28.

Sorveterias:

Não deixe de provar os “helados” em Punta. As melhores sorveterias são a Freddo e Arlecchino. Em ambas você escolhe se quer o sorvete no “vaso” ou “cucurucho”, ou seja, no copo ou na casquinha. Arlecchino: Gorlero 612, entre Calles 19 e 21. Freddo: Gorlero (Calle 27).

COMPRAS 

Avenida Gorlero

Fica no centro de Punta Del Este e é uma área comercial com lojas diferentes e marcas de grifes famosas. Aproveite e dê um pulo na “Plaza de los Artesanos”. Vale à pena! 

 

* Nesta viagem, Eliana Malizia pilotou uma BMW F800R.


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Fri May 11 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Mundial de MX]]>Thu May 10 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Recall da BMW S 1000 RR]]>Fotos: BMW Press Club

O BMW Group, informa sobre a realização de uma campanha de recall. Para o Grupo, o enfoque desta iniciativa é revisar de maneira responsável os veículos dos seus clientes para garantir-lhes a maior segurança e satisfação.

Esta campanha é destinada a convocar pessoalmente os proprietários da motocicleta modelo BMW S 1000 RR, fabricadas entre novembro de 2011 e abril de 2012, a entrar em contato com uma concessionária autorizada para agendar a substituição dos parafusos de fixação da biela do motor.

Tal medida se dá em razão da possibilidade de falha no torqueamento do parafuso da biela, que com o motor em altas rotações, pode ocasionar seu desparafusamento e consequente  bloqueio do motor da motocicleta, podendo ocasionar danos físicos aos ocupantes.O número de motocicletas envolvidas no Brasil é de 296 e os chassis afetados são de Z029188 a Z033278.

Segundo a BMW, os serviços poderão ser realizados a partir de 04 de junho de 2012, em qualquer concessionária BMW Motorrad autorizada. O tempo gasto na realização do serviço é de aproximadamente um dia (24 horas) e não representa qualquer custo para o cliente.

Para mais informações ligue no 0800-707-3578, de 2ª a 6ª feira, das 07h00 às 19h00, ou acesse www.bmw-motorrad.com.br.

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Wed May 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[kit Super Top]]>Tue May 08 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Pneu Especial]]>Thu May 03 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Um passeio inesquecível ao sul da Suécia!]]>Se você deseja pilotar pela Europa não perca essa dica e faça um roteiro feito especialmente para os motociclistas, amantes de motos clássicas dos anos 1970 e1980. Isso mesmo, a proposta é pilotar máquinas originais dessas épocas pelas belas rodovias da Suécia.

São estradas perfeitas, sem lombadas, sem pedágios, visitando lugares culturais e importantes desse belo país, num roteiro que reúne boa gastronomia, compras e uma experiência inesquecível.

Venha sozinho ou traga seus amigos, sua esposa ou namorada. Em julho de 2012, acontecerão três saídas do Brasil, nos dias 08, 15 e 22 de julho.

Para saber mais acesse: www.scaniaclassicbiketours.com.


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Mon Apr 30 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Agrishow 2012]]>Mon Apr 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Ranger EV]]>Mon Apr 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Abraciclo anuncia novo presidente]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Novo Garoto-propaganda]]>Thu Apr 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Acelerando ]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Disputa quente!]]>Wed Apr 25 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[A união faz a força!]]>Mon Apr 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Rally]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Point MC]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Mercado]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Test Drive]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[“We are family”]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Special Test]]>Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[POLUIÇÃO ZERO]]>Moto elétrica: uma boa alternativa para o transporte urbano

Avaliação Técnica: Nenad Djordjevic/Fotos: Donizetti Castilho

Apresentada pela primeira vez no país em 2009, a marca de motos elétricas Zero Motorcycles apontava para o futuro como uma das possíveis soluções para a mobilidade urbana. Passados quase três anos, a marca californiana (do engenheiro aeronáutico Neal Saiki) continua desenvolvendo seus produtos. E agora, conta com preço mais razoável. As motos Zero desembarcaram em nossas praças custando quase R$ 40 mil; hoje, têm seu preço cotado em quase a metade desse valor.

Não há como negar que o planeta necessita de soluções energéticas para o transporte mais eficientes e menos poluentes que o modelo tradicional de motores a combustão. Mas que direção seguir?

A Zero Motorcycles aposta no modelo elétrico como o futuro do transporte pessoal urbano. A tecnologia vem evoluindo gradativamente, mas ainda tem de lidar com sérios entraves para se firmar como solução totalmente viável. A seguir, as principais características de um dos modelos, a Zero DS (Dual Sport).

MOTOR

O motor elétrico é de magneto permanente com escovas, alimentado por bateria de íons de lítio. O controle da energia é feito através de um computador e um controlador, gerenciando a potência e torque disponível. A transmissão é feita automaticamente em marcha única, transmitida à roda por corrente. Basta ligar a chave e acelerar – o único som ouvido será o das peças móveis da  moto. O motor elétrico é capaz de produzir 25 cv, dos quais cerca de 20 cv chegam de fato à roda, devido à perda imposta pelo conjunto da transmissão.

FREIOS

Freios a disco em ambas as rodas garantem o poder de parada. Possuem dimensionamento apropriado para o peso e velocidade que a moto pode atingir, mas poderiam ser um pouco mais precisos. Na unidade avaliada, o freio dianteiro demonstrou um pouco de fadiga quando submetido a usos mais intensos.

Confira a matéria completa na edição 137 da revista Moto Adventure

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Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[LITORAL ENCANTADO]]>Praias de águas claras e mornas, com recifes de coral e areia branquinha... Vamos conhecer o litoral alagoano?

Texto e Fotos: Hugo Falcão

Em Alagoas, o litoral sul normalmente é o escolhido pelos turistas e pela maioria dos próprios alagoanos. Assim, praias como a do Francês, no município de Marechal Deodoro, são verdadeiros “points” de agito, com bares, restaurantes e muita gente.

O litoral norte do estado fica até um pouco “esquecido” – precisamente o que o torna ideal para quem busca tranquilidade e uma comunhão com a natureza. Pensando nisso, o motociclista Hugo Falcão, membro do Twister Moto Clube de Recife (PE), em companhia da esposa, Niva, decidiu fazer um passeio sobre duas rodas aproveitando um belo domingo de sol na capital alagoana. Saiba como foi esta aventura nas palavras do próprio viajante.

PROGRAMAÇÃO

Programamos o passeio para que este pudesse ser feito no estilo “bate e volta”, ou seja: saída pela manhã e retorno no final da tarde. Preparamos nossa Yamaha XTZ 250 Ténéré, ano 2011, apelidada de “Branquela”, e seguimos para a estrada. Como o passeio seria relativamente curto, decidimos levar apenas uma roupa para banho e alguns itens para necessidades mais imediatas. Saímos de Maceió (AL), mais precisamente, do bairro de Ponta Verde, onde moramos, por volta das 07h00, pois, assim, evitaríamos trânsito mais pesado na AL-101.

Estávamos com o trajeto planejado desde o dia anterior, quando decidimos aonde iríamos parar para tirar fotos ou relaxar. O dia era de sol e céu azul, com pouquíssimas nuvens, muito convidativo para uma aventura sobre duas rodas. Começamos então nossa viagem que nos levaria até as belas praias ao norte de Alagoas.

Confira a matéria completa na edição 137 da revista Moto Adventure

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Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[É DO BRASIL!]]>Nova fábrica da Harley-Davidson em Manaus (AM) atenderá exclusivamente ao mercado nacional

Texto: Redação Fotos: ByBarros

A norte-americana Harley-Davidson inaugurou, no último dia 26 de março, sua nova fábrica em Manaus (AM), que visa atender exclusivamente ao mercado brasileiro. A unidade (de 10.000 m²) tem capacidade para produzir cerca de 500 motos por mês e irá fabricar 20 dos 21 modelos atualmente vendidos no Brasil, além de dois modelos exclusivos para polícia e forças armadas.

As novas instalações industriais vêm substituir as anteriores, existentes desde 1999 (também na capital amazonense) – foi a primeira das linhas de montagem CKD (Complete Knock-Down) fora dos EUA.

NOVA PLANTA

O prédio fica no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, e foi inaugurado pelo CEO da Harley-Davidson, Keith Wandell, e por executivos mundiais da marca. Wendell destacou a estratégia da empresa: fortalecer a relevância da marca no mercado com a oferta de novos produtos e de alta performance.

"A Harley-Davidson já reconheceu o potencial do Brasil muito tempo atrás, motivo pelo qual abrimos a linha de montagem original em Manaus há mais de uma década. Hoje, podemos oferecer melhores serviços aos nossos consumidores e uma experiência com a marca nunca vista antes no país. Faz parte de nossa estratégia, como uma empresa que está muito próxima ao cliente, renovar continuamente esta marca icônica e superar as expectativas dos consumidores em todo o mundo”, disse Wandell.

Confira a matéria completa na edição 137 da revista Moto Adventure

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Thu Apr 19 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Dafra Next 250]]>Wed Apr 18 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Peças online]]>Tue Apr 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Ninguém segura!]]>Tue Apr 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Dicas para motociclistas]]>Fri Apr 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Escapamento que não queima]]>Thu Apr 12 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Em clima de Motorcycles]]>Thu Apr 12 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Venha fazer parte da equipe!]]>A Crazy Turkey Editora procura profissionais interessados na vaga de CONTATO COMERCIAL para trabalhar nas revistas da editora. Os interessados devem possuir carro próprio. Os currículos devem ser enviados para o e-mail: vera@cteditora.com.br. Especifique no campo "assunto": CONTATO COMERCIAL.

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Mon Apr 09 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Era Digital]]>Thu Apr 05 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Dafra Next 250]]>Wed Apr 04 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Joaninha no Barretos Motorcycles]]>Fri Mar 30 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Sem habilitação]]>Thu Mar 29 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Na velocidade da luz]]>Thu Mar 29 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Agora é pra valer!]]>Wed Mar 28 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Evento Radical]]>Mon Mar 26 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[GIRO PELA ITÁLIA -PARTE 1]]>Fri Mar 23 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Moto Adventure testou]]>Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Ousada e atraente]]>Após apenas quatro meses de operação oficial no Brasil, a MV AGUSTA comemora o crescimento contínuo das vendas dos modelos produzidos no país e o incremento na participação de mercado.

Em fevereiro, a MV alcançou a 5ª colocação entre as mais emplacadas no segmento acima de 1.000cc. Com este resultado, a marca chegou a 4,3% de share,  o que representou um aumento de 38% em relação a janeiro de 2012 e de 234% sobre dezembro de 2011, primeiro mês completo de vendas.

 
“Mesmo sendo uma marca premium, com produtos praticamente fabricados artesanalmente, a MV AGUSTA vem mês a mês aumentando o volume de vendas e a participação no mercado nacional. Isso demonstra que o brasileiro está cada vez mais se interessando por motocicletas de alta performance”, afirma Marcus Vinícius S. Santos, gerente da MV AGUSTA Brasil. 

Outra conquista da marca foi o desempenho individual de vendas dos modelos  Brutale e F4. Em fevereiro, a Brutale foi a 5ª naked acima de 1.000cc mais emplacada, enquanto a F4 foi a 6ª motocicleta mais emplacada entre as superesportivas. “Nossos produtos são reconhecidos por aliar design e performance e o consumidor reconhece isso. Tanto é verdade que em apenas quatro meses de operações oficiais, já ultrapassamos marcas com muito mais tempo de mercado. Esperamos continuar com essa curva ascendente e registrar neste mês pelo menos 15% de crescimento, o que nos dará 5% de mercado”, completa Marcus Vinicius.

MV Agusta em Campinas

Nesta quinta (22), a Lelis MotoSport inicia oficialmente as operações com a marca MV AGUSTA na cidade de Campinas (SP). A nova revenda realiza a partir das 19h30 um coquetel especial para convidados para apresentar os modelos produzidos no Brasil: a superesportiva F4 e as versões RR e R da Brutale 1090.

Assim como as demais concessionárias da marca no País, a Lelis oferecerá aos clientes test ride e assistência pós-venda liderada por técnicos treinados por instrutores da MV AGUSTA.




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Wed Mar 21 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Emplacamento ]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[SBK Series]]>Mon Mar 19 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Lobisomens e cachoeiras]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Estrada & Companhia]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Terra dos Incas]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Bela Paranapiacaba]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Touring Esportiva]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[A família cresceu]]>Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Caminho das pedras]]>Em região montanhosa ao sul de Minas Gerais, Bueno Brandão é rica em vales, muitas cachoeiras e trilhas

Texto: Egon Jenckel

Fotos: Fernando Passarinho

Bueno Brandão está situada no alto da Serra da Mantiqueira, cercada por imensos vales, com altitudes superiores a 1.200 metros e a temperatura média no município anual é de 19 graus. Este clima agradável é resultado de sua localização geográfica e das muitas matas nativas remanescentes.

Durante o inverno a baixa temperatura é um convite para passeios de moto, bike e caminhadas. Já na primavera e no verão, as cachoeiras da região são os principais atrativos.

Localizada no sul de Minas Gerais, na divisa com o estado de São Paulo, a cidade faz parte do chamado Circuito das Malhas, tendo como cidades vizinhas Monte Sião, Borda da Mata e Jacutinga no lado mineiro. Do lado paulista encontram-se as cidades de Socorro, Águas de Lindóia.  Bueno Brandão é servida de um fantástico potencial hídrico, onde podem ser encontradas fontes minerais e

mais de trinta cachoeiras, sendo que na maior parte delas, após a queda, formam-se piscinas naturais, excelentes para banhos e mergulhos.

Cachoeiras

Num circuito que envolve algumas das principais cachoeiras da cidade é possível conhecer lugares bem bacanas. A cachoeira do Luís é uma destes pontos e apresenta duas quedas d’água paralelas. Por lá surgem quedas com aproximadamente trinta metros de altura.

A cachoeira do Machado II é uma das mais conhecidas da cidade e possui uma queda d’água de 50 metros.

Vale também conhecer as cachoeiras de Santa Rita (18 metros de queda), a do Machado I (duas quedas de 15 metros).

Para quem quiser conhecer cachoeiras mais selvagens, a opção é fazer a trilha da Cascavel, uma trilha que começa na cachoeira dos Ciganos e segue para a cachoeira da Cascavel que tem trinta metros de queda e um grande volume de água. A cachoeira Davi I é a próxima.

São duas quedas que formam uma piscina ideal para banhos. Um pouco adiante está a Davi II. Para chegar até esta cachoeira será preciso encarar um trecho íngreme, mas vale a pena, pois a cachoeira está situada no meio da mata e surpreende com a Alameda das Águas, uma forte corredeira selvagem.

Voltando para a trilha, a quinta cachoeira é a do Félix, que apresenta uma queda de quarenta metros de altura, um grande volume d’água e uma piscina natural excelente para mergulhos. As cachoeiras do Machado I e II são as últimas deste percurso. 

Veja o restante da matéria na edição 136 da revista Moto Adventure

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Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[É só alegria!]]>Os encantos de Punta Del Este, famoso balneário uruguaio que seduz os turistas com praias, diversão e lindas paisagens

Texto e fotos: Eliana Malízia

Dessa vez, minha aventura de moto foi mais longa: aproveitando as férias, viajei a um local que figura na “lista de desejos” de muitos moto-turistas: a belíssima Punta Del Este, no Uruguai. Parti da capital paulista às 05h00, rumo ao Rio Grande do Sul, onde me juntei a um grupo de amigos motociclistas, o “EDA”. Eram dez motos (incluindo modelos BMW, Honda, Suzuki e KTM) e eu era a única mulher do grupo, encarapitada em minha BMW F800R.

PARADAS

No primeiro dia, segui rumo a Palhoça (SC). Foram 750 km, com paradas apenas para comer e abastecer. O trajeto foi desafiador, já que praticamente todos os quilômetros rodados foram sob forte chuva, através da Rodovia BR116. Cheguei a Palhoças no fim da tarde, jantei e fui dormir.

No dia seguinte (sem chuva), era a hora de acelerar até a cidade de Torres (RS), onde finalmente me juntei à turma do “EDA”. Seguimos até Cassino (RS), a maior praia do mundo em extensão: são, aproximadamente, 240 km, que se estendem desde a Barra do Rio Grande até o Chuí.

No terceiro dia de estrada, a caminho do Chuí, conhecemos a Reserva do Taim, que é de encher os olhos. Trata-se de um dos principais ecossistemas brasileiros, com uma variedade ambiental constituída de lagoas, banhados e pântanos. Lá, avistam-se todo tipo de animais: tartarugas, capivaras, jacarés de papo amarelo e gaviões. Nesse trecho da estrada, todo cuidado é pouco, pois os bichos atravessam a pista descerimoniosamente!

FRONTEIRA

No Chuí (RS), uma simples avenida separa o Brasil do Uruguai. Vale a pena fazer uma paradinha para compras, pois a cidade conta com uma zona comercial bem desenvolvida – os tradicionais “free shops” da fronteira.  Depois da parada, cruzar a fronteira foi muito simples. Com os documentos necessários à mão (passaporte e Seguro Carta Verde), lá estávamos nós, no Uruguai. Para mim, foi uma alegria, já que, pela primeira vez, eu cruzava uma fronteira internacional de moto. Depois, rodamos apenas 500 km (de Cassino até Punta Del Este). Outra comemoração foi o fim dos pedágios, já que, no Uruguai, estamos livres dessas paradas.

Confira o restante da matéria na edição 136 da revista Moto Adventure

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Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Sem fronteiras]]>Malauí, Moçambique e Suazilândia foram os países visitados por Marcelo Leite e Beth Rodrigues nesta etapa de sua expedição pelo mundo

 Texto e fotos: Marcelo Leite e Beth Rodrigues

A fronteira do Malauí (o 28º país visitado nesta expedição) é bem organizada e tranquila. Fizemos apenas o controle dos passaportes e CPD (Carnê de Passagem) da moto e já fomos liberados. Aproveitei para sacar um dinheiro com meu Money Card e seguimos em frente. De Nhaka Bay, subimos mais 6 km de terra para chegar a uma pousada bem bacana, à beira do famoso lago Malaui.

BELEZAS E “PERRENGUES”

O país é uma grande tira de terra em volta de um imenso lago. Este último tem “jeito” de mar, praia de areia fina e até pequenas ondas, embora a água cristalina seja doce. Uma delicia! Vínhamos cansados da viagem intensa e o lugar era bom e barato. Decidimos, então, tirar quatro dias de sol e praia, aproveitando para dar um “tratinho” na moto e atualizar nosso site (www.dwq.com.br).

No entanto, no último dia, caiu um dilúvio a noite toda – e a estradinha de terra que nos cercava virou um imenso lamaçal. Tínhamos que ir embora, mas uma chuva levara parte da estrada! O rio, que também transbordou, levou a pequena ponte embora. Entretanto, demos sorte: o pessoal de lá nos ajudou a vencer a correnteza.

Ainda assim, a GS foi ao chão e levamos seis horas para percorrer 6 km. Vencidos esses “perrengues”, continuamos viagem e seguimos por estradas entre plantações de arroz, chá e café. Uma vez que o governo do país tabelou a gasolina, os postos de combustíveis estavam vazios.

Neste trecho, conhecemos Lilongwe (capital do país), uma cidade que nos surpreendeu muito. É moderníssima, com vias largas e bem cuidadas (de certa forma, lembra Brasília).

Gostou da matéria? Confira o restante na edição 136 da revista Moto Adventure

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Thu Mar 15 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Esportiva de baixo custo]]>Com novo grafismo e mapeamento de injeção, Comet 650 compete na categoria das bicilíndricas de média cilindrada

 Texto e avaliação técnica: Nenad Djordjevic  Fotos: Donizetti Castilho

Importada pela Kasinski da coreana Hyosung, a Comet 650 R é uma esportiva de média cilindrada com custo um pouco mais acessível. Desenvolvida a partir da tecnologia japonesa da Suzuki, a Hyosung se espelhou no design italiano, mas sem a "leveza" da forma. Ainda assim, passa uma imagem de robustez – que, além de agradar ao consumidor brasileiro, enfatiza a resistência. O público ao qual se destina encontra, na Comet, uma moto interessante, com linhas agradáveis, ideal para o ingresso no universo das máquinas esportivas.

MOTORIZAÇÃO

O motor é bicilíndrico em "V" a 90° com comando duplo no cabeçote e refrigeração líquida. Dotado de boa potência – sem pretensões de competir com suas rivais nipônicas –, oferece uma plataforma confiável, idealizada para o consumidor que queira ingressar no mundo das esportivas sem ter a preocupação de lidar com um produto de extremo desempenho. Seu traço mais marcante é o torque bem distribuído ao longo da faixa de rotações úteis do motor.

A matéria completa você confere na revista Moto Adventure 135

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Wed Mar 14 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA["Trem Bão'']]>Tue Mar 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Linda por natureza]]>Tue Mar 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Oeste Catarinense]]>Tue Mar 13 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Nova BMW S 1000 RR]]>Mon Mar 12 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Impacto na restrição de créditos]]>Wed Mar 07 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Convocação]]>Wed Mar 07 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Noite de autógrafos]]>Fri Mar 02 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Fabulosa]]>Fri Mar 02 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Nova linha de montagem ]]>Wed Feb 29 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Superliga de Motocross]]>Tue Feb 28 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Recife Duas Rodas 2012 vai sacudir Pernambuco]]>Tue Feb 28 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Presidência]]>Fri Feb 24 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Comemoração da Pesada]]>Fri Feb 24 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Motocicletas: segmento sente consequências da restrição ao crédito]]>Wed Feb 22 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Novos preços para a linha Brutale]]>Wed Feb 22 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Motos em alta]]>Fri Feb 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Rodas na areia]]>Fri Feb 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MV Agusta]]>Fri Feb 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Tabela de Preços]]>Fri Feb 17 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[MV Agusta F3]]>Thu Feb 16 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Inovação]]>Thu Feb 16 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Bandida!]]>Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Superbike Series]]>Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[Na pista certa]]>Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012<![CDATA[A última fronteira]]>Uma viagem fantástica em um território inóspito. Desta vez, a Premium Adventures o levará ao Alasca em uma aventura única e com paisagens deslumbrantes

 
Texto e Fotos: Nuno Leotte/ Premium Adventures

O Alasca está presente naquela lista de lugares míticos e longínquos para um dia se conhecer e explorar. Essa viagem é uma das mais curtas para se fazer, mas, nem por isso, menos interessante ou desafiante, muito pelo contrário. Em sete dias de verdadeira aventura em duas rodas, rodamos cerca de 3500 km no total, dos quais 70% são feitos por estradas de terra. Com partida e chegada em Anchorage, vamos até Prudhoe Bay, no norte do Estado, onde se encontra o maior centro de extração de petróleo do país. 

Confira o restante da matéria na edição 135 da revista Moto Adventure


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Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Paraíso Tropical!]]>ITANHAÉM 

Aproveitando o Verão, pegamos a estrada rumo ao litoral sul de São Paulo para visitar a simpática cidade de Itanhaém

Texto e fotos: Laertes Torrens Filho

Montados em uma Suzuki GSX 650F, uma estilosa motocicleta com motor de 650 cm³, percorremos confortavelmente os 110km que separam essa cidade litorânea da capital paulista através das pelas Imigrantes e Padre Manoel da Nóbrega. Nestas rodovias as pistas estão perfeitas.

Nossa viagem foi bem tranquila. Vale ressaltar também que a Suzuki GSX 650F é uma ótima motocicleta para quem viaja com garupa. Seu assento, em peça única, mantém o conforto, tanto do piloto, como do passageiro. Outro ponto alto desta moto é sua aerodinâmica na qual a carenagem desvia o vento, fazendo com ele não bata no peito do condutor. 

Com o ótimo desempenho da Suzuki e as ótimas condições das estradas, em pouco mais de uma hora chegamos ao nosso destino e fomos direto dar uma volta na avenida que beira o mar. Os convidativos quiosques  foram nossa primeira parada para fazermos uma hidratação com água de coco bem geladinha. Os petiscos típicos de beira de praia como porções de camarão e peixe frito também fizeram parte da nossa saudação inicial à cidade.

A cidade

Itanhaém, como a maioria das cidades litorâneas, tem ruas de paralelepípedos, portanto ao pasear por lá com sua motocicleta você deve ser cauteloso e rodar em baixa velocidade. Neste ponto vale ressaltar outro aspecto positivo da GSX 650F: sua avançada tecnologia de suspensão caiu como uma luva neste tipo de calçamento, tornando nosso tour pela cidade muito agradável, mesmo com a instabilidade do piso.

Confira a matéria completa na edição 135 da revista Moto Adventure

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Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012
<![CDATA[Estrela da Noite]]>Custom

Modelo da Yamaha tem visual atraente e é muito confortável

Texto: Bruna Scavacini Foto: Marcos Duarte

Com um nome sugestivo, lembrando as solitárias viagens noturnas e estreladas, a XVS 950 Midnight Star avança no tempo e se renova, ano a ano. É a última novidade da Yamaha da classe Star lançada em 2009 e impressiona pelo porte, design e tecnologia de ponta, além de um robusto motor de dois cilindros em “V”, com exatos 942cc.

A máquina, embora substituta da antiga Drag Star 650, é toda nova, mantendo a simplicidade no visual que caracteriza as Big Custom. Serve bem até aos motociclistas mais novatos (pois o motor trabalha em baixas rotações). A baixa estatura do assento (675 mm) também contribui para a fácil pilotagem e o câmbio de cinco velocidades proporciona engates suaves e precisos.

A matéria completa você confere na Revista Moto Adventure

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Tue Feb 14 00:00:00 GMT-03:00 2012
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